quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Guminha e as Aventuras na Chapada em : Alma farta de alegria! por Melissa Loretto


 Uma das coisas mais divertidas da vida, Guminha já descobriu: é viajar.

Um mundo todo para ser explorado e ele e sua turma resolveram começar a se aventurar em meio a natureza, embarcando no Super Ted e caindo estrada a fora rumo à Chapada dos Veadeiros.

Pela estrada, cores do fim de tarde e as primeiras estrelas da noite, foram acompanhadas de ansiedade, risadas e vaga-lumes que mais pareciam estrelas cadentes.

Super Ted estava cansadão de rodar horas e resolveu fazer um pitstop na Ecovila do amigo Juno para alimentar a alma: sombra fresca pra ele, para o Guminha e sua turma, muita alegria regada a manga colhida do pé, pé descalço, banho na lagoa, wakeboard, estrelas infinitas, constelações.

Alma alimentada de amizade e gratidão, pé na estrada de novo. E mal se sabia o quão lindo seriam os próximos dias.

Vale da Lua, Canions, Carioquinhas, Cristais, Macaquinhos, Kouros, Loquinhas, Almécegas  e São Bento. Cada dia uma cachoeira diferente, onde o Super Ted levava o Guminha e sua turma. E foram explorando cada uma delas da maneira mais divertida: dentro d’agua. Dando pulos de 2, 3, 5, 8 metros de altura, nadando igual tubarão, se revirando em centrífuga, lavando a alma e o coração embaixo das quedas.

Trilhas regadas a altas conversas, por-do-sol colorido, pula-pula na cama elástica, bombas na piscina, batata quente na sauna, bolo de cenoura para realizar os desejos logo de manhã cedinho, gergeliko, borboletas , e... faça um pedido: Estrela Cadente!!! Onde? Ali. Ali.. Outra. Ali. Outra......Uau.

Caminhando pelo vilarejo de São Jorge, Guminha fez amizades e mostrou para toda sua turma, como é quando o amor brota no peito.  Uma noite, antes de dormir, ele foi coroado o Rei da Chapada, com direito a coroa que ilumina no escuro e tudo.

E assim, chegou a hora de voltar pra casa. Guminha quis ouvir histórias sobre os Deuses da Índia no caminho, entre eles o do Deus Macaco, chamado Hanumam. Hanumam tem o poder de se tornar pequeno do tamanho de uma formiga quando preciso, e grande como um gigante em outros momentos, para enfrentar aventuras e os maiores desafios, ajudando seu amigo, o príncipe Rama a salvar sua Princesa Sita.

Todos felizes no final, assim mais uma aventura chega ao fim. Mas Guminha segue por aí, explorando o mundo e plantando flores no coração das pessoas."

*Super Ted é o veículo que transformou essa viagem numa aventura*


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

As aventura de Guminha na Chapada em: "Pé na estrada, coragem e alegria" - por Danilo Carvalho

...Algum tempo havia passado e na correria dos dias que se seguiram àquela viagem bateu a saudade dos momentos em que as horas perdem a importância e todo dia é fim de semana e o único horário que importa é o do café da manhã - imperdível, sempre! Guminha então usou seu superpoder de parar o tempo e buscar na memória os instantes nela eternizados...


Acordar cedinho com o Solzão te cutucando pra correr e aproveitar o dia cheio de sorrisos e aventuras, pés sempre descalços ,sem ligar pros raladinhos no joelho e a cabeça sempre nas nuvens (que nuvens!!)

Todo dia o menino comia alguns pedaços do seu "Bolo de Cenoura Recheado de Sorte" e caía na estrada junto com a sua turma, a cada quilômetro rodado uma vista incrivel se revelava, sempre "a dois passos do paraíso". E eram tantos passos para tantos paraísos diferentes e estar com sua trupe deixava tudo marcante especial!

Nesses lugares cheios de mágica sempre tinha aquela "água fria que esquenta a alma", aquele Sol quente que colore a pele, fruta fresquinha do pé e muita gente legal.
Em dias e noites de aventuras sem fim, nada-se como um tubarão, corre-se como uma flecha, voa-se sobre as águas, viaja-se em pensamento e quando falta coragem para coisas novas que o paraíso, agora alcançado e vivido, sem passo nenhum a ser dado nos proporciona, basta contar UM, DOIS, TRÊS e JÁÁÁÁ que o seu corpo se encherá de coragem e o que vem depois é sempre cheio de uma felicidade infinita.
Em dias assim tão especiais, vagalumes parecem estrelas cadentes e a Lua sempre está sorrindo enquanto você recarrega as energias para um novo dia!


***Esta história linda e cheia de boas energias foi escrita pelo Danilo Carvalho, numa série de cinco episódios que relatam a viagem de Guminha ao coração do Brasil! Gratidão, Danilo!***

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

As aventuras de Guminha na Chapada: Sol, sorriso e Chapada! por Raquel Abramant

_ Malas prontas !? - grita ao fundo Hebe Maria
_ Siiiiiim! - empolgado diz Guminha com o sorriso largo e o peito aberto 

_ Partiu!!! - grita num só som a turma toda!

Vento janela adentro, sorriso no rosto e o mais 
brilhante sol no porta-malas, assim começa a última aventura do Guminha em 2014. 

_ Tá chegando!? Tá chegando!? - pergunta JoséRei depois de horas na estrada 


Janelas coloridas de nuvens branquinhas, céu azul infinito,

 verde perto, verde longe e no fim de tardes incríveis o sol brilhando laranja, vermelho, multicor. 

De foguete, quase num piscar de olhos

 Guminha e a turma toda caíram no Vale da Lua, deram os primeiros saltos, flutuaram em meio a tanta alegria. E daí em diante, foi só riso, história, aventura! 

Dias que começavam com doses de amor, pão de queijo e bolo de cenoura sorte. Cantoria infinita, no vai e vem de montanhas, cachoeiras, água, muita água! 


Águas cristalinas em quedas fortes de lavar a alma, em descidas 


cheias no ensurdecer das quedas, poços fundos para os mais impressionantes saltos.

Ah! Os saltos! Guminha parecia pássaro-golfinho radiante ao ver que dali conseguiria mais um salto. Olhava, parava e sem pensar lá estava ele dentro d'água, gritando:

_ Vem JoséRei! Vem!
E depois de um, dois, três, lá estava JoséRei na água e os dois 

gritavam alto a alegria, abraçados, companheiros.
Quando lá no céu os pássaros cantavam a despedida do Sol e brilhantes dançavam as primeiras estrelas, a turma toda lá estava unindo pensamentos, compartilhando sorrisos e amor. 


Ao som da sanfona, no vai e vem de pés dançantes acabavam-se as 

noites com um animação sem fim, como flechas velozes na direção certa e o brilho incessante da luz interior que refletia a lua que acompanhava nossos corações. 
Por fim, no fim, o sorriso ficou ainda mais largo, os abraços preencheram o peito de alegria e as conversas e olhares trocados acederam ainda mais a faísca de esperança e de pelos sonhos de um mundo melhor.

Um mundo melhor! Sonhar, acreditar, lutar que seja assim o início, meio e fim de 2015

Com gritos sonoros de "eu sou o rei da chapada" termina mais uma aventura do Guminha

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Guminha na Chapada - por José Eduardo Brombal Constantino

Chegaram as férias de verão e o  Guminha e  sua família estavam pensando aonde ir até que seu padrinho, o Danilo falou : 
- Vamos para a Chapada.
Maria, sua mãe,  perguntou :
-Qual Chapada?
Danilo  respondeu
- A  dos Veadeiros!!!
Todos se animaram e combinaram de partir depois do Natal.
Eles foram de carro e  antes que dessem duas horas de viagem, Guma perguntou:
- Já está chegando?
A tia de Guma, que se chama Raquel, respondeu:
-Faltam dez horas e meia para chegar...
Aí Raquel contou sobre o ateliê dela, que tem bichinhos de pelúcia, almofadas, castelos de brincar, tudo para distrair seu sobrinho
Chegaram na casa de um amigo deles  que mora em Planaltina, chamado Juno.
No dia seguinte Guma e sua família acordaram,  comeram manga do pé, andaram de caiaque, stand up e quando deu  tês horas foram andar de wake board mais para o Guma era muito difícil, então ele foi sem prancha e voou sobre a água.
À noite  o Juno fez macarrão, todos comeram, foram tomar banho e depois dormir
Quando acordaram fizeram um presente para dar ao amigo Juno e  quando deram ele agradeceu e foram embora para Vila de São Jorge.
Depois de muitas horas chegaram na Chapada e foram direto ao Vale da Lua!
Lá o  Guma fez seu primeiro salto numa cachoeira e entrou em uma parte que parecia uma centrífuga, era um espaço pequeno com muita força, que agitava tudo.
Quando chegaram na pousada,Guminha e seu padrinho  Danillo viram que tinha piscina e pularam nela junto com a Maria! Que alegria!
Quando amanheceu  foram na Cachoeira dos Macaquinhos e  passaram o dia. Lá o Danillo pulou de 8 metros de altura e Guma pulou de seis!
Passaram alguns dias e várias cachoeiras e eles foram para casa e a tia Mel, no longo caminho da volta contou sobre os deuses da Índia para todos.

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